quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

olá pessoal!
Um Feliz Ano Novo a todos. 
Adoro essa música. Quero dividir com vocês. Bjs

Borboletas

Victor e Léo

Composição: Victor Chaves
Percebo que o tempo já não passa
Você diz que não tem graça amar assim.
Foi tudo tão bonito, mas voou pro infinito
Parecido com borboletas de um jardim.

Agora você volta,
E balança o que eu sentia por outro alguém.
Dividido entre dois mundos.
Sei que estou amando, mas ainda não sei quem.
Não sei dizer o que mudou.
Mas, nada está igual.
Numa noite estranha a gente se estranha e fica mal.
Você tenta provar que tudo em nós morreu.
Borboletas sempre voltam
E o seu jardim sou eu.

Percebo que o tempo já não passa.
Você diz que não tem graça amar assim.
Foi tudo tão bonito, mas voou pro infinito
Parecido com borboletas de um jardim

Agora você volta
E balança o que eu sentia por outro alguém.
Dividido entre dois mundos,
Sei que estou amando, mas ainda não sei quem
Não sei dizer o que mudou
Mas, nada está igual
Numa noite estranha a gente se estranha e fica mal
Você tenta provar que tudo em nós morreu
Borboletas sempre voltam
E o seu jardim sou eu
Não sei dizer o que mudou
Mas nada está igual
Numa noite estranha a gente se estranha e fica mal
Você tenta provar que tudo em nós morreu
Borboletas sempre voltam
E o seu jardim sou eu

Sempre voltam
E o seu jardim sou eu.







domingo, 26 de dezembro de 2010

Ano Novo!



 
Esperança. Paz. Amor. União. Saúde. Dinheiro. Emprego. São tantos os desejos para o novo ano.
Devemos ter esses desejos sempre em mente durante todo o decorrer do ano e não apenas no final do ano.
Todo dia é dia de um novo recomeço. Não fiquemos presos a calendários.
Todo dia é dia de perdoarmos alguém.
Todo dia é dia de cultivarmos o amor.
Todo dia é dia de voltarmos a estudar.
Todo dia é dia de dar um abraço.
Que o Amor possa brotar em todos os corações, pois só assim, desaparecerá todo o mal que assola o nosso planeta.
Que a felicidade brilhe em cada olhar, em cada sorriso, em cada gesto.
Que todos tenham seus direitos reconhecidos.
Que sejamos felizes, não esperemos que outros nos façam feliz.
Que nos esforcemos, corramos atrás dos nossos objetivos, sejam quais forem.
Paz, muita Paz. É o que precisamos de mais urgente.
Felicidades a todos!!!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Saudade


 Saudade,
dolorida, ferida aberta
é assim que meu coração está:
vazio, solitário.
Meu coração bate
lentamente...
Onde você mora?
Como você é?
Nunca te vi
Nunca te senti
Nem eu mesmo sei porque,
Mas sinto sua falta.
Espero por ti.
Você é a fonte
que matará a minha sede.
Você é o "tudo"
que me trará o Amor,
a esperança,
a paz...
Seremos felizes...
Tenho essa certeza.
Não sei como.
É o que sinto.
Quem será capaz de dizer o contrário
quando é o coração que está afirmando?
Quem será capaz?





domingo, 5 de dezembro de 2010

O Sonho


Depois de muito andar por uma estrada de terra batida, passar por lindas e enormes árvores, finalmente me deparo com a imagem dos meus sonhos - sonhos que tinha todas as vezes que ia dormir, não importava se noite ou dia - sem acreditar no que via, meus olhos felizes e ao mesmo tempo assustados, fitavam aquele lugar.
Joguei minha mochila no chão, refresquei-me nas águas límpidas do lago. Apesar de ser inverno, eu estava com muito calor, pois havia caminhado bastante.
Não resisti, tirei a roupa e joguei-me no lago.
Estava maravilhada com aquele lugar, imaginei que existisse só nos meus sonhos...
Depois de muito nadar e apreciar aquele céu azul comecei a sentir frio. Saí da água, peguei uma toalha na minha mochila e me enxuguei. Sentei-me numa pedra e fiquei pensando se deveria ou não ir até a cabana.
Fiquei tão distraída que quando dei por mim o tempo estava mudando. Começou a ventar muito e algumas gotas de chuva caíam sobre mim.
Agora, mas do que nunca, precisava de um abrigo. Peguei minha mochila e corri até a cabana.
Para a minha surpresa, a porta estava só encostada. Bati palmas, chamando por alguém que pudesse estar ali, mas ninguém apareceu.
A cabana não parecia abandonada, estava tudo limpo e arrumado e um delicioso aroma de flores pairava no ar.
Na mesinha da sala, havia um vaso com um lindo buquê de vários tipos de flores e parecia que tinham acabado de ser colhidas.
Que estranho, pensei.
Sentei-me e resolvi esperar por alguém.
As horas passaram-se, a chuva caía forte e acabei adormecendo.
Acordei com um delicioso aroma de café. Estava deitada no sofá e um cobertor estava sobre mim. Fiquei sem entender.
Levantei-me. Fui seguindo aquele cheiro de café. Cheguei a cozinha. Não havia ninguém. A mesa estava posta com pães, queijos, leite, café e muitas frutas.
Não resisti, sentei-me. Servi-me de café com leite e comi alguns pães. Estava faminta. Havia andado muito no dia anterior e não me alimentei direito.
Já satisfeita, voltei a sala e fiquei pensando no que fazer.
Resolvi conhecer a casa. Havia vários quartos, sendo que um dos quartos estava com roupas masculinas sobre a cama. Não havia fotos que pudesse identificar quem morasse na casa.
Fiquei muito intrigada e resolvi voltar a sala.
Será que era um homem que morava na casa? Porque não me chamou quando chegou? Porque deixou a mesa com café da manhã para mim?
Minhas indagações estavam sem resposta.
Fui para um dos quartos tomar banho e trocar de roupa. Fiz tudo muito rápido, pois alguém poderia chegar.
Voltei a sala e aguardei.
Nada.
Já sem saber o que fazer e ao mesmo tempo não queria ir embora daquele lugar. Tinha que descobrir o que me fez chegar até ali.
Já era quase hora do almoço, resolvi dar um passeio pelo jardim.
Distraí-me com as lindas flores, com os pássaros e as grandes árvores.
Começou a esfriar e resolvi entrar para buscar o meu casaco, quando chego na sala me deparo com um homem sentado no sofá e lendo jornal.
Ao me ver ele diz: Oi, amor.
Fico sem entender. Expliquei a ele o que havia acontecido. Ele sorri pega minha mão e leva-me para a cozinha. Ele havia preparado um lindo almoço. Puxa a cadeira para eu sentar. Fito-o assustada. Você não vai perguntar quem eu sou e o que estou fazendo aqui? Pergunto a ele.
 Ele sorri, de maneira envolvente e serve-me. Começamos a comer. Acho que ele está me confundindo com outra pessoa, penso. Tento me explicar, ele sorri carinhosamente, desisto.
Depois de almoçarmos, ele oferece-me um delicioso café e leva-me até a lareira, estava muito frio.
Sentamos no chão, ele abraça-me e me diz palavras carinhosas. Tento explicar-me novamente e ele cala-me com um suave beijo. Ele fita-me os olhos e pergunta por que demorei tanto e que passou a vida toda me esperando.
Sem saber o que dizer fiquei apenas admirando aqueles lindos olhos azuis, sentindo sua boca carnuda a percorrer o meu corpo. Nesse momento não quis entender nada, apenas queria sentir aqueles braços fortes e másculos que me laçavam com um carinho que jamais havia sentido.
Fizemos amor. Foi o sexo mais delicioso que havia feito, com um homem que nunca tinha visto, mas que tinha certeza que era o meu homem. O homem que sempre sonhei.
Depois de muito nos amarmos, já suados e extasiados, adormecemos.
Acordei com ele me beijando e sussurrando ao meu ouvido palavras de amor. Estava imensamente feliz.
 O sol havia invadido a sala e pude perceber melhor como era belo aquele homem, sua pele morena, suas costas largas, mãos grandes e bem desenhadas. Não me contive e beijei-o.
Fizemos amor loucamente.
Tomamos banho juntos, tomamos café e fomos passear pelo jardim.
Até hoje, não sei explicar o que aconteceu. Vivemos felizes naquela cabana. Completamo-nos. Todos os dias dizemos palavras de amor um ao outro. Fazemos promessas de sempre nos amarmos.
Nunca mas voltei para minha casa nem para minha família. Sinto saudades de todos. Mas Murilo me completa, descobri a pouco tempo seu nome.
Faz-me sentir desejada e realizada. Ontem descobri que estou grávida ele ficou radiante.
Por tudo isso que digo a você para creditar nos seus sonhos, não importa qual seja. Eu acreditei no meu e sou a mulher mais feliz desse mundo.
Acredite sempre, mesmo que pareça absurdo. Lute e seja feliz!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Apenas palavras


Um gesto,
um olhar carinhoso,
um toque,
valem mais do que palavras ao vento.
O cuidado,
o sorriso,
o abraço,
valem mais do que palavras ditas sem pensar.
Você reclama por eu não dizer Eu Te amo a todo momento.
Para que?
Não digo que te amo com palavras,
mas digo com o meu olhar,
com meu abraço,
com meu sorriso,
quando eu te beijo
quando fazemos amor.
Não entendo.
Mesmo assim, você insiste.
Porque o amor nos faz sentir, assim, tão inseguros?
Tudo bem, chegue mais perto.
Bem pertinho.
EU TE AMO, MINHA VIDA!


Noite diferente


Hoje, para variar, fiquei horas em um engarrafamento. Mas dessa vez foi diferente. Estava chovendo. E não era só isso. Apesar da forte chuva, a noite estava linda.
Não me importei com as buzinas, com os passageiros mal humorados, muito menos com a lentidão dos carros.
O que só importava para mim, naquele momento, era simplesmente ver a chuva cair...
E não era só caindo, a chuva estava iluminada pelas luzes dos postes.
Vocês já pararam alguma vez para ver esse espetáculo?
É muito lindo!
Relaxa!
Dá uma sensação de Esperança!
De Amor...
De leveza!
Não, não. Não sou boba!
Bem, e se achar isso, não me importo!
Eu encontro belezas, felicidades, onde poucos percebem.
Porque você não se solta?
Aumente o volume, cante, dance...
Não se importe com o que os outros vão dizer.
Seja você!
E se quiser melhorar,
Melhore!
Seja autêntico!
Grite se quiser.
Sorria.
Sorria muito
até suas bochechas ficarem doloridas
Não se importe.
Seja FELIZ!
É o que mais importa.

Qual você prefere?

Salgada ou doce.
Igarapé, rio, praia.
Dia ou noite.
Sol, areia, vento, pedras, ondas, calor...
Não há nada melhor que mergulhar,  brincar, com seu Amor.
Lua, areia, vento, pedras, ondas, vento frio...
Que delícia sentir as ondas do mar acariciando seus pés...
Sozinho ou acompanhado
Dia ou noite.
Sol ou chuva.
Há algo melhor?

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Doce Belém


Dia de folga. O que farei? Já sei. Irei passear pela cidade.
1ª parada: Forte do Castelo. Vou contemplar o nosso rio enquanto saboreio um delicioso sorvete de cupuaçu.
Vou caminhando mais um pouco e me deparo com a majestosa Igreja da Sé.
 Entro, rezo, aprecio a sua arquitetura. Que deslumbre!
2ª parada: a feira do Ver-o-Peso: deliciosas frutas: bacuri, cupuaçu, graviola, açaí, taperebá... São tantos aromas, sabores, cores. Que maravilha!
3ª parada: Estação das Docas: hum, que fome! Hora do almoço! Já sei, vou pedir uma caldeirada. Peixe (dourada), camarão, jambu, legumes, caldinho. Que delícia!
Sobremesa: Que tal uma cuia de açaí?
4ª parada: ver-o-rio: hora de apreciar o pôr-do-sol!
Que tal uma tapioquinha?
Tacacá não pode faltar muito menos o bolo de macaxeira.
Belém, cidade das mangueiras, cidade morena, cidade do “já teve”, você é demais. Você não, a senhora Belém de 394 anos. Uma senhora que precisa de muitos cuidados: com a saúde, educação, limpeza, enfim.
Que maravilha suas árvores, seu túnel de mangueiras, Bosque, Museu, Igrejas, quantas maravilhas. As pessoas precisam te conhecer.
 Não vivemos em uma floresta onde há índios e jacarés passeando pela rua.
Sou nortista, com muito orgulho. Venha conhecer. Você irá se maravilhar.
“Quem vai ao Pará, parou. Tomou açaí, ficou.”

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Noite de Lua Cheia

Brisa suave, céu estrelado, você do meu lado.
Ouço sussurros, palavras de amor.
Meu corpo, completamente extasiado.
Eu te beijo e demonstro todo o meu amor.
Me abraça apertado,
Me beija o pescoço,
Me beija a boca.
Eu, já sem fôlego,
Te levo pra casa.
Te jogo na cama,
Fazemos amor.
E num gemido muito louco,
Acordo.
Era um sonho.
Olho para o lado,
Você não está.
Fico triste, perco o sono.
A campainha toca,
Vou lentamente atender.
Abro a porta e quem vejo?
O meu amor!
Ele me puxa e me leva para a rua
Tudo acontece como o sonho.
Oh, meu Deus, será que estou sonhando de novo?
Não, não é um sonho!
Eu sinto o seu corpo, sua respiração.
Seus braços quentes a me envolver.
Sim, agora eu tenho certeza:
Ele é o grande amor da minha vida!
Te amo, para sempre!

Promesseiro


Maria tem um sonho. Ela sonha com um mundo melhor. Um mundo onde todos se respeitem e se amem.
Sua mãe diz que ela é uma louca, que isso nunca vai acontecer. Mas Maria não perde as esperanças. Reza todos os dias e sonha com esse momento: onde não haverá mas ódio, inveja, briga e desamor.
Maria teve uma grande ideia. Comprou um lindo barco nas cores branca e vermelha. Ela espera ansiosamente pelo grande dia: o Círio.
É chegado o dia. Maria acorda cedo. Toma banho e veste-se. Toma um caprichado café-da-manhã. Pega o seu barco e sai.
Maria assiste a missa e depois vai a romaria. Maria está muito feliz e no meio da multidão de devotos de Nossa Senhora de Nazaré, ela começa a passar o barco de mão em mão. Vendo de longe, a impressão que se tem é que o barco está flutuando no mar e esse mar são as pessoas.
            Para Maria o barco tem um significado: paz e amor. Branco e vermelho. A intenção de Maria era distribuir esses símbolos através do barco. Por onde o barco passar ele estará deixando a sua mensagem...
            Maria chora. Ela está muito emocionada. Ela acredita no seu propósito. Ela deseja que tudo dê certo. Maria faz orações e canta muito. Ela está muito feliz e diz: - “tudo deu certo, nosso mundo mudou. Só existe amor e paz no nosso mar de gente. Amém”!